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E se o governador fosse Arthur Neto?
Diferenças históricas

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“Mesmo com a pandemia de Covid-19, não paramos as obras que estão em execução na cidade, com todos os cuidados necessários à saúde dos trabalhadores, porque os recursos já estavam assegurados. Reduzimos o ritmo para evitar aglomeração, mas vamos cumprir o prazo e entregar uma obra vital para a mobilidade e um marco na transformação urbanística da cidade, por se tratar de uma bela arquitetura e integração”.

A palavras do prefeito Arthur Neto anunciando a entrega do complexo viário Ministro Roberto Campos, na Constantino Nery, soa quase como uma contradição ao que se vê no Governo do Amazonas. Em plena crise da Saúde e da Economia, a Prefeitura não atrasa salários, não deixa de tocar obras, monta hopsital de campanha e não enfrenta denúncias de corrupção, ao passo que o tal do “novo” é bombardeado por CPI, TCE, MP e está à epsera da chegada da Polícia Federal.

E se em vez de Wilson Lima, o governador fosse Arthur Neto? Na hora em que o Amazonas mais precisou de experiência, liderança e prudência, ficamos sem chão com denúncias de respiradores superfaturados, loja de vinho e mortes.

Infelizmente Arthur era só o prefeito. Manaus há de reconhercer e o Amazonas há de lamentar, quando a história for contada no futuro.

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