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Filha afirma que descaso na Nilton Lins custou a vida do pai
Denúncia foi feita para Roberto Cabrini, e confirmada nesta terça ao Repórter Manaós

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Um dos pontos mais tristes do que o jornalista Roberto Cabrini levou ao ar nesta segunda-feira para todo o Brasil. Essa é a realidade da história de Geovana Matos, natural de Manacapuru que viu o pai morrer no Delphina após ter atendimento negado na Nilton Lins. Geovane Reis morreu após passar 30 minutos dentro da Nilton Lins, diante das equipes, que se recusaram a atendê-lo. “Minha irmã foi buscar ele no hospital de campanha em Manacapuru, de onde ele foi encaminhado para a Nilton Lins”, conta Geovana com exclusividade ao Repórter Manaós. E mesmo com o encaminhamento, as coisas não deram certo em Manaus.

DUPLA OMISSÃO DE SOCORRO

Ao chegarem em Manaus, Geovane, Géssica e Geovana começaram a viver o inferno. “Eu estava esperando ele lá na frente da Nilton Lins e vi toda a cena ao lado do meu tio. Tiramos as fotos e não fomos atendidos”, relata Geovana. “Foram mais de 30 minutos esperando e os médicos se recusaram a atender. Aí levamos para o Delphina e lá também se recusaram. Chegamos lá no Delphina já sem oxigênio. Ele entrou no Delphina 2 horas da madrugada e foi a óbito às 11 e 15”, relata Geovana, que agora vai processar o Estado. Geovane era taxista, muito querido em Manacapuru. Perdeu a vida no dia 19. Tinha 54 anos.

“Pela sacanagem de ontem e omissão de socorro do Hospital Nilton Lins O TAL HOSPITAL CAMPANHA DO Wilson Lima MENTIROSO que se recusou a atender ele em estado grave, a equipe de UTI móvel de parabéns q não abandonou meu pai um minuto e juntos fomos para o Delfina entrar com ele na marra graças a este médico da UTI q se responsabilizou por ele lá dentro e ajudar ele até o último minuto. Hoje o estresse de ontem custou a vida dele q não podia demorar o socorro… FIZEMOS TUDO P ELE SAIR DESSA, mas não foi possível. Meu pai está no céu agora! Longe desse mundo cruel !! 😭😭♥️” disse Geovana.

Para Roberto Cabrini, a filha disse que vai processar o Estado por “omissão de socorro”. Ela fez um desabafo nas redes sociais e pediu justiça. “Muita safadeza, bando de mentiroso!!! Meu pai saiu de Manacapuru com vida numa UTI móvel que o secretário Dr. Cássio ajudou e mandou essa UTI buscar ele e trazer p Manaus, chegando nesse tal Nilton Lins que segundo o Governador está pronto para atender os casos de covid-19, tudo mentira, fachada, meu pai ficou jogado na recepção ouvindo toda discussão dos médicos da Nilton Lins e o médico e pessoas que vieram com meu pai na ambulância UTI móvel, eles falaram que não iam atender meu pai, negaram atendimento, dizendo não haver leitos disponíveis e nem ventiladores mecânicos”, desabafa Geovana.

Saímos da Nilton Lins com meu pai em estado grave e precisando da UTI e ser intubado, chegando no Hospital Delfhina que segundo o Governador está pronto para atender casos de covid-19, inclusive sendo Hospital referência para os casos. Chegamos no Delfhina meu pai ainda aguentando com vida e oxigênio quase no zero na ambulância. Delfhina recusou meu pai, tbm negou atendimento e o médico que veio com meu pai de mpu entrou na marra no Delfhina com meu pai e meu pai nervoso pedindo pedindo p viver, depois de entrar no Delfhina falaram que ele ia p uti que arrumaram um leito forçado porque segundo eles não tem vaga, então meu pai ficou no Delfhina e no outro dia ligaram de manhã dizendo que ele havia falecido.


Por falta de atendimento ele morreu!!!
Políticos bandidos mataram meu pai, ninguém fez nada até em Mpu ficaram assistindo ele morrer, Manacapuru não tem moral p uma vaga de UTI em Manaus!!!”.

 

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