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“Se fizermos juntos o que tem que ser feito, vamos projetar a economia do Amazonas” afirma Menezes

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Foto: Divulgação

Movido pelo entusiasmo de sempre, e refletindo sobre a matéria do jornal o estado de São Paulo sobre a Zona Franca de Manaus, o superintendente da Suframa, Coronel Alfredo Menezes, reconheceu na matéria que a mídia do Sudeste não tem mais porque esconder os acertos de nossa economia por motivos obscuros. O desempenho do  Polo Industrial de Manaus tem ocorrido satisfatoriamente desde o primeiro semestre. “Foram cinco anos de vazio econômico, onde as empresas foram obrigadas a tirar leite de pedra para não fechar suas portas. E aos poucos a cena começa a mudar.”

CONSUMIDOR  DESCOBRIU QUALIDADE  E PREÇO 

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Temeroso de deparar-se com o agravamento da recessão econômica, os consumidores brasileiros deixaram para depois, sem data prevista, a reposição de seus produtos de bens de consumo. A geladeira, a televisão, Utensílios domésticos em geral, motocicletas, relógios entre outros itens, sistematicamente, foram deixados de lado, causando um processo factível de  desindustrialização. Muitas empresas abriram o bico e deixaram o parque industrial do Amazonas. Felizmente, o consumidor brasileiro e descobriu as vantagens da indústria do Estado.

MENOS  PALAVRAS  MAIS ATITUDES 

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O coronel Alfredo Menezes foi mapeando cada um dos problemas causados pela burocracia ou pela interferência política dos desafetos de nossa economia. O travamento da liberação de PPB, processos produtivos básicos, alguns com até cinco anos de embargos, sob a alegação de comprometimento da indústria nacional. Leia-se: fabriqueta de quarta categoria no interior do interior de São Paulo. Ora, com uma massa de consumidores contidas pela crise, e com necessidades domésticas adiadas, não seria o travamento de novos projetos a causa do prejuízo na indústria nacional. Muito pelo contrário. Nossa economia gera mais economia.

E empregos. Só em São Paulo, temos três zonas francas que utilizam isenção fiscal na base de 80% quando produzem para Zona Franca de Manaus. Com esses argumentos, Menezão desmascarou a burocracia e resgatou, com energia e objetividade, praticamente todos os projetos industriais travados em Brasília.

Esta revolução operacional e gerencial amazônica, olhando para todos os problemas e mobilizando os atores capazes de apoiar suas ações, principalmente, o apoio maior recebido pelo Presidente da República. Jair Bolsonaro, seu líder e comandante maior, além compadre, diz Menezes: “Se fizermos juntos o que tem que ser feito vamos projetar a economia do Amazonas e ajudar o Brasil a sair do buraco”!

Fonte: Maskate News

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