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Trump, eu sou você amanhã?
Democracia em jogo

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A fraude sem provas, o voto na cédula de papel, a invasão e as mortes no Capitólio. A negação da pandemia, da democracia e da vontade popular. “Se não for do meu jeito, não está certo.” Não é à toa que Bolsonaro disse ter Trump como “ídolo”.

Ambos são as duas faces da mesma moeda. Ambos, na verdade, se merecem. Como diz o ditado brasileiro: farinha do mesmo saco. Haja saco!!

Lá, os americanos mandaram o falastrão vazar. Donald, como o pato, criou histórias, se disse roubado, esperneou. Enrolou a língua e se perdeu como o Pateta do Disney.

Só conseguiu piorar ainda mais sua imagem na história. Sai pela porta dos fundos. Como se diz no Brasil: com o rabo entre as pernas.

Cá, Bolsonaro ainda tem dois anos pela frente. Como o seu grande espelho, já avisou que, se não vencer a eleição, “será ainda pior do que foi nos EUA”. Será?

O Brasil tem dono? Um presidente é um servidor da nação? Ou nela faz e acontece? As ameaças de Jair não foram bem recebidas pelos colegas políticos, pelos homens dos tribunais e pela população que defende a democracia. E daí, diria Jair!

Assim como Trump, Bolsonaro convoca seu “exército” apelidado de “bolsominions”. Se for mesmo fiel discípulo do mestre, Bolsonaro continuará seguindo o “legado” do colega americano, botando fogo no Brasil dos mortos por Covid, dos ávidos por vacina, dos que esperam uma esmola chamada auxílio emergencial, aquela que o “país quebrado” não pode pagar.

Resta saber se a “visão do interno” será premiada, ou se  o Rei será destronado pelos súditos e não súditos. Como diria o insensível diante dos corpos:

Sou Messias, mas não faço milagres.

 

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