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Bebê de quatro meses permanece há meses em hospital no Equador; suspeita de abandono é investigada
Criança está internada desde março, apresenta quadro clínico estável e recebe cuidados permanentes. Hospital esclareceu que ainda não há processo de adoção confirmado.

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Bebê de quatro meses permanece há meses em hospital no Equador; suspeita de abandono é investigada

Uma bebê de quatro meses permanece internada desde março de 2026 no Hospital Infantil Dr. Francisco de Icaza Bustamante, em Guayaquil, no Equador. A criança está sob cuidados permanentes da equipe médica enquanto as autoridades investigam um possível caso de abandono familiar.

Em comunicado divulgado após a história ganhar repercussão nas redes sociais, o hospital informou que a bebê recebe atendimento médico integral e apresenta estado de saúde estável.

A instituição também confirmou que as circunstâncias envolvendo a ausência dos responsáveis estão sendo investigadas pela Fiscalía General del Estado, órgão equivalente ao Ministério Público.

Adoção ainda não está confirmada

Publicações nas redes sociais afirmam que a menina seria encaminhada diretamente para adoção. Entretanto, o hospital esclareceu que essa informação não está confirmada.

A unidade de saúde e o Ministério da Saúde Pública do Equador não possuem competência para iniciar ou administrar processos de adoção. Qualquer decisão sobre acolhimento, reintegração familiar ou eventual adoção deverá ser tomada pelas instituições legalmente responsáveis pela proteção de crianças e adolescentes.

O hospital continuará garantindo os cuidados necessários enquanto a Fiscalía apura as circunstâncias do possível abandono e os órgãos competentes avaliam quais medidas deverão ser adotadas para preservar os direitos e o bem-estar da criança. As informações foram divulgadas pelos jornais equatorianos El Universo, Expreso e El Comercio.

Hospital alerta para possíveis golpes

Com a repercussão do caso, diversas pessoas demonstraram interesse em fazer doações ou obter informações sobre uma eventual adoção.

O hospital alertou que não criou nem autorizou campanhas de arrecadação, contas bancárias ou números telefônicos destinados a receber contribuições em nome da bebê. A recomendação é que a população não realize transferências solicitadas por terceiros e acompanhe o caso somente pelos canais oficiais.

O nome “Luiana” — também divulgado como “Luciana” — e o relato de que a criança levanta a cabeça quando alguém se aproxima não foram confirmados oficialmente.

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