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Assassino de John Lennon tem liberdade negada pela 11ª vez
Vai mofar na cadeia

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Mark David Chapman, o assassino que tirou a vida do ex-Beatle John Lennon em dezembro de 1980 tentou mais uma vez sair da cadeia, mas recebeu outro não da Justiça. Condenado à prisão perpétua, pela lei americana ele pode pedir para sair de dois em dois anos, desde o ano 2000, mas nas 11 vezes que tentou, foi informado que só sairá morto. O condenado voltou a pedir perdão à viúva Yoko Ono, e disse que matou Lennon apenas pela “glória pessoal”.

Momento em que Lennon dava autógrafo a seu assassino, horas antes de ser morto

Chapman matou John no dia 8 de dezembro de 1980, horas depois de receber um autógrafo do músico na porta do edifício Dakota. Lennon voltava para casa após um dia no estúdio, logo depois das 22 horas, ao lado de Ono, quando passou pelo assassino e levou quatro tiros pelas costas na portaria do prédio. “Só quero reiterar que eu lamento meu crime. Não tem desculpa. Fiz isso pela glória pessoal. Acho que (o assassinato) é o pior crime que pode acontecer contra alguém inocente.”, disse diante do juiz.

Yoko disse que não perdoa Chapman e pediu que ele fique preso, pois tem medo de ser morta pelo lunático

Chapman tenta fazer a linha do arrependido, mas nos EUA isso não cola. “Ele (Lennon) era extremamente famoso. Eu não o matei por causa de sua personalidade ou do tipo de homem que ele era. Ele era um homem de família. Era um ícone, alguém que falava sobre coisas sobre as quais podemos falar agora, e isso é ótimo”, continuou ele. “Eu o matei (…) porque ele era muito, muito, muito famoso e eu estava muito, muito, muito em busca de glória pessoal, algo muito egoísta.” “Quero acrescentar e enfatizar que foi um ato extremamente egoísta. Lamento a dor que causei a ela (Ono). Penso nisso o tempo todo”, acrescentou.

 

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