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Em Iranduba, criminosos armados invadem hospital para matar desafeto à luz do dia
À luz do dia

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Foto: Reprodução/Internet

AMAZONAS – Dois homens não identificados portando armas de fogo invadiram o Hospital Hilda Freire, no bairro Novo Amanhecer, em Iranduba. O fato aconteceu por volta das 9h20 da manhã desta segunda-feira (5).

Conforme informações preliminares, os criminosos procuravam o paciente Rodrigo Praia Soares, de 28 anos, que recebia atendimento naquela unidade de saúde, minutos depois de ter sido baleado de raspão em um ponto da cidade, ficando com leves ferimentos pelo corpo.

Por sorte de Rodrigo Soares, os seus algozes não o localizaram e fugiram antes da chegada da polícia. O episódio deixou em estado de choque os funcionários da unidade e todos os que presenciaram a cena.

Pelo que a reportagem apurou, no hospital de Iranduba não tem policiamento permanente; e essa não foi a primeira vez em que criminosos invadiram o local com a intenção de executar desafetos internados e, também, para fazer arrastões.

Oficialmente, talvez por medo de represálias, ninguém quis falar sobre o assunto.

Procurado pela reportagem, o comandante da 8ª Companhia Independente de Polícia Militar, Major Marcos Pires, via mensagem de texto, disse o seguinte: “a PM mantém o policiamento fixo no período noturno, e durante o dia realiza rondas no hospital, mas não tem policiamento 24h”.

O comandante da 8ª CIPM disse, ainda, que na última reunião que teve com a direção do da unidade hospitalar, ficou acertado que a polícia militar manteria policiamento à noite; e, durante o dia, a guarnição da unidade ficaria a cargo da Guarda Civil Metropolitana.

Também, segundo o comandante local da polícia militar, as rondas foram intensificadas depois que a guarda deixou de manter o plantão diário no local.

Por fim, a autoridade policial, disse que vai voltar a se reunir com a direção do hospital e estudar uma forma de melhorar o policiamento na unidade.

Por sua vez, o diretor operacional da Guarda Civil Metropolitana, Caio Amado, disse que a corporação manteve plantão 24 horas no hospital de Iranduba durante o auge da pandemia da covid-19; e que deixou de fazê-lo depois que passou a dar suporte aos abrigos instalados em Cacau-Pirera para as famílias atingidas pela cheia.

*Com a colaboração de J Ray – Radialista de Iranduba 

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