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Manaus mantém enterros em valas comuns, mesmo com redução de óbitos
Prefeitura defende método

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Apesar da volta dos números habituais de sepultamentos em Manaus, a Prefeitura tomou a decisão de manter os enterros dos corpor em valas comuns. A decisão foi tomada no auge da pandemia, quando chegou a se enterrar caixões uns sobre os outros. Com a queda no número de casos, a ação de mantar os enterros nas chamadas trincheiras tem gerado polêmica nas redes sociais.

Emnota, a Prefeitura informa que “o município vai monitorar o comportamento dos próximos dias antes de suspender a modalidade de ‘trincheiras’ no Cemitério Nossa Senhora Aparecida, bairro Tarumã, Zona Oeste da capital”.

Em abril Manaus chegou a registrar 140 sepultamentos em um único dia. Neste domingo, o número foi de 31 enterros. A taxa já é normalizada. Em matéria publicada no G1, a doméstica Solange Pereira enterrou o tio em uma dessas valas comuns e fez uma crítica a manitenção desse método. “É muito humilhante para as famílias. As pessoas deveriam ter um enterro digno. Vai morrer o pobre, o rico. Todo mundo vai morrer. O Governo e a Prefeitura deveriam fazer algo. Se algum familiar deles morresse, eu queria ver se iriam enterrar dessa forma. É desumano”, disse.

Marcos Antônio foi outro que reclmanou ao enterrar o cunhado dessa forma nesta segunda. “É o fim de um ciclo. A gente fica sem palavras, mas tenho até um certo nojo. É como estar enterrando um bando de animal contaminado. Nem mesmo um animal deveria ser enterrado assim. O que está sendo oferecido aqui é um desrespeito com as famílias. Eles acabam forçando indiretamente a gente a procurar um serviço particular. É desserviço”, declarou.

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