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Tribunal condena réus a mais de 126 anos pela morte do soldado Portilho
Os réus foram julgados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menores e tortura

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Foto: Divulgação

MANAUS, AM – Terminou na madrugada desta sexta-feira (24), o julgamentos popular dos réus acusados da morte do Policial Militar Paulo Sérgio da Silva Portilho, crime ocorrido no dia 26 de maio de 2017, por volta de 23h50, na invasão do Buritizal, Bairro Nova Cidade, Zona Norte da cidade. Somadas, a 3ª. Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, setenciou os condenados durante o terceiro e último dia de julgamento a mais de 126 anos de prisão.

Os réus foram julgados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, corrupção de menores e tortura. Dez réus foram julgados. Marcos Neves Serra não foi localizado para ser intimado e será julgado em outra oportunidade. Renata Lima e Rodolgo Barroso não compareceram ao julgamento.

Foto: Divulgação

Os jurados absolveram os réus José Cleidson Weckner Rodrigues, Henrique da Silva e Silva e Alex Azevedo de Almeida.

  • Renata Lima da Silva foi condenada a 15 anos e quatro meses de prisão em regime fechado. Ela aguardava o julgamento em prisão domiciliar e poderá recorrer da sentença da mesma forma.
  • Felipe de Souza Santos foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão em regime fechado.
  • Jeferson de Souza Farias foi condenado a 21 anos e seis meses de prisão em regime fechado.
  • Bruno Medeiros Mota foi condenado a 46 anos e dois meses de prisão em regime fechado.
  • Willian Paiva Cavalcante foi condenado a 22 anos de reclusão em regime fechado.
  • Rodolfo Barroso Martins não compareceu ao julgamento e foi condenado pelo crime de ocultação de cadáver em um ano e seis meses, e como respondia ao processo em liberdade, pode recorrer da sentença nessa condição.
  • Fábio Barbosa de Souza foi condenado a 39 anos e oito meses de prisão em regime fechado.

A sessão de julgamento começou às 9h50 de terça-feira (21/09), com a abertura dos trabalhos pelo juiz Rosberg de Souza Crozara. Os debates começaram às 9h de quinta-feira (23/09) e encerrando às 20h, quando os jurados começaram a votação do quesitos que terminou com nas primeiras horas desta sexta-feira.

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE/AM), por meio da 20.ª Promotoria de Justiça, destacou três promotores de Justiça para atuar na acusação: André Epifânio, José Felipe Fish e Carolina Maia.

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