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Tristeza e revolta marcam despedida a Kellem Mota em Manaus: ‘já chorei tanto’
Luto e luta por justiça

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“Já chorei tanto sem acreditar, que eu vi ela crescer tão doce, brincando”. A postagem de uma internauta nas redes sociais dá bem a noção do tamanho da dor que cerca parentes e amigos da estudante de odontologia Kellem Mota, vítima fatal de bandidos que dominam uma área vermelha em Manaus. A jovem de 25 anos foi morta a tiros no bairro Novo Aleixo, na noite da última sexta-feira (3), ao entrar por engano em uma rua onde marginais armados fazem “patrulhamento” levada pelo GPS.

“Eu estou em choque, sem acreditar que a Kellen se foi”, escreveu outra amiga da jovem, que procurava por uma costureira a quem encomendou um jaleco. O sonho de uma jovem interrompido por marginais também dá a dimensão da falta de segurança na capital do Amazonas.

“É inaceitável. Perdemos o direito de ir e vir. Cadê a Secretaria de Segurança Pública?”, questionou um internauta. “Manaus tá pior do que o Rio de Janeiro”, escreveu outro.

A Polícia Civil investiga o caso, mas não revelou ainda se tem pistas dos assassinos. Kellem é mais uma vítima indefesa que perde a vida com um tiro nas costas simplesmente por entrar em um local onde quem manda são os bandidos.

Até quando?

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