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Família de amazonense morta na Holanda pede R$ 50 mil para trazer corpo de volta
Luta ocntra o tempo

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A família da jovem amazonense Alice Albuquerque, 15 anos, assassinada a facadas em Rotterdan, na Holanda, foi às ruas de Manaus neste domingo pedir ajuda às autoridades para conseguir o translado do copro de volta ao Amazonas. Se não conseguirem R$ 50 mil para os procedimentos, a jovem será cremada na quarta-feira. O desespero dos familiares e amigos é grande. O tio dela, Edvar Albuquerque, pediu que Arthur Neto e Wilson Lima intervenham a favor dos familiares da vítima nascida em Anori. “Arthur, você é um diplomata e pode nos ajudar. Wilson Lima, nos ajude. R$ 50 mil para vocês não é nada, mas para gente é muito”.

Familiares em oração neste domingo, no Centro de Manaus

Alice foi brutalmente assassinada após ser vítima de uma emboscada. A amiga dela a chamou em casa, onde as irmãs e a mãe esperavam pela amazonense, que foi trancada no quarto, espacando e morta com cinco facadas no pescoço por essa amiga de 16 anos, que estaria apaixonada pela jovem, que não correspondeu às investidas da assassina.

 

Alice tinha 15 anos e foi morta na quarta-feira passada

Durante o protesto na Praça São Sebastião, a família cantou a canção “Noites Traiçoeiras”, orou, chorou e com cartazes pediu ajuda e justiça. “Os jornais falam isso, que ela estaria apaixonada e que a Alice teria rejeitado, porque a Alice só queria a amizade dessa menina e nada mais. A minha irmã (mãe da adolescente) não gostava dessa amizade. Nunca gostou. E se soubesse que ela ia até a casa dessa menina, certamente não teria deixado”, disse a tia Ednelza Albuquerque”

“Era muito estudiosa, falava cinco idiomas e queria ser advogada”, afirmas os familiares.

Tio de Alice pede Justiça

 

 

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