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Financiador: Polícia Federal prende temporariamente dono do Big Amigão
Ele está preso desde ontem, apontado pelo dono da loja de vinhos, o empresário Fábio Passos, que diz ter pego com o empresário o dinheiro usado para a compra dos aparelhos

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Foto: Reprodução

Além da loja de vinhos, agora uma rede de supermercados também entrou nas investigações por conta da venda de respiradores para o Estado. O empresário e dono do ‘Big Amigão’, Cristiano da Silva Cordeiro, é um dos alvos da Operação Sangria deflagrada pela Polícia Federal. Ele está preso desde ontem, apontado pelo dono da loja de vinhos, o empresário Fábio Passos, que diz ter pego com o empresário o dinheiro usado para a compra dos aparelhos da Sonoar, para em seguida revendê-los ao Governo do Amazonas, gerando lucro imediato durante a pandemia.

A Polícia Federal esteve na loja da avenida das Torres, onde recolheu computadores e equipamentos considerados relevantes nas investigações. O empresário já é conhecido por envolvimento em outros esquemas que envolvem dinheiro público. Cristiano foi condenado a 92 anos de prisão após ser alvo da Operação Saúva, deflagrada pela própria PF, em 2006, por fraude em compras de alimentos nas gestões públicas de sete estados.

Na época a PF prendeu 30 pessoas e cumpriu 64 mandados. De acordo com Fábio Passos, em depoimento à CPI da Saúde, o Big Amigão foi onde ele conseguiu dinheiro para comprar os respiradores vendidos para o Governo do Amazonas. “Entrei em contato com o Big Amigão, com o diretor, “seu” Cristiano. Eu o conheço a 14, 20 anos. E ele se sensibilizou com minha situação, fez contato e fez a transferência para minha conta”. Ao todo ele pagou R$ 2,4 milhões para Sonoar, e vendeu os aparelhos por R$ 2,9 milhões.

OPERAÇÃO SANGRIA 

Deflagrada nesta segunda pela Polícia Federal, a operação Sangria prendeu oitos pessoas por fraude na compra e venda de respiradores ao governo do Amazonas. A ação também bloqueou os bens do governador Wilson Lima, que teve o pedido de prisão negado pelo STJ. Entre os presos está a secretária de Saúde, Simone Papaiz. Os envolvidos negam as acusações de irregularidades. As prisões são temporárias, válidas por cinco dias.

Fonte: Maskate News

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