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Motel é condenado a indenizar cliente por prego na cama

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Motel é condenado a indenizar cliente por prego na cama
Foto: reprodução

São Paulo – Motel é condenado a indenizar cliente por prego na cama. Um cliente que furou o joelho em um prego escondido no colchão de um motel em Santos, no litoral paulista, receberá R$ 5 mil de indenização por danos morais. A decisão é do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

O cliente afirmou à Justiça que se hospedou no motel em novembro de 2022. Ao se deitar na cama, disse que um “prego emergiu da cama, ultrapassou o colchão” e atingiu seu joelho direito.

Ao processo, seus advogados anexaram fotos nas quais o homem pressionava as mãos no colchão para mostrar o ponto onde estava o prego. As imagens também mostram pingos de sangue no chão do quarto e o furo no joelho do hóspede.

A defesa afirma que ele “necessitou de atendimento médico em caráter de urgência” em um hospital de Santos, onde fez exame de raio x e tomou vacina contra tétano. Médicos ainda receitaram antibióticos, anti-inflamatórios e deram atestado para que ficasse cinco dias sem trabalhar. Ele pediu indenização de R$ 10 mil por danos morais.

O caso:

O homem se hospedou no motel em novembro de 2022. Ao se deitar na cama, um prego que estava dentro do colchão perfurou seu joelho direito.
Ele precisou de atendimento médico em um hospital, onde fez exame de raio x, tomou vacina contra tétano e recebeu medicação. O hóspede ficou cinco dias sem trabalhar e pediu indenização de R$ 10 mil por danos morais.

Argumentos do motel:

O motel alegou que o atendimento médico foi simples e que o valor da indenização era excessivo. Afirmou que o cliente deveria ter chamado a gerência e a polícia para registrar a lesão.

O desembargador Carlos Russo, relator do caso, considerou que o cliente foi exposto a “desgaste e constrangimento” em um ambiente que deveria ser seguro.
Afirmou que a falha na prestação do serviço foi grave e que o valor da indenização é justo.

A decisão do TJSP é um importante precedente para outros casos semelhantes.
Reforça a responsabilidade dos estabelecimentos em garantir a segurança dos seus clientes.

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