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Suspeito de assassinato em Iranduba, Givancir ganha prisão domiciliar da Justiça
A defesa afirma que Givancir nem deveria ter sido preso

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Foto: Reprodução

Suspeito de homicídio e tentativa de homicídio, o ex-presidente do Sindicato dos Rodoviários do Amazonas, Givancir Oliveira, foi solto nesta segunda-feira (8). A ordem foi dada pelo juiz de direito Carlos Henrique Jardim da Silva, de Iranduba.  Em fevereiro deste ano, Bruno de Freitas Guimarães foi assassinado e a prima, “Tchelsy”, foi ferida a tiros. A polícia e a família das vítimas atribuíram o crime a Givancir, que nega.

A defesa afirma que Givancir nem deveria ter sido preso. “Não houve tentativa de fuga, ele prestou depoimento voluntariamente e não há provas materiais, Givancir não tentou de forma alguma interferir nas investigações. Ele permaneceu preso até ontem, injustamente”, defende o advogado Silvio Costa. O ex-presidente ficará de tornozeleira, entregará o passaporte e não poderá frequentar festas ou bares. Também terá de se apresentar semanalmente à Justiça.

Os crimes ocorreram no dia 29 de fevereiro, em Iranduba (distante 27 quilômetros em linha reta de Manaus).  “Eu quero Justiça para o assassinato do meu filho. Ele era um jovem e tinha tudo pela frente. O Givancir é um assassino e tem que ir para um presídio. Eu temo pela vida do meu sobrinho, que é a prova viva desse crime”, disse Adriana de Freitas,  mãe de Bruno. Givancir é apontado pela família das vítimas como autor do crime. Ele teria convidado “Tchelsy” para ir até a casa dele para quitar uma dívida. Após receber parte do dinheiro, os dois foram baleados na volta para casa.

Fonte: Maskate News

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